abril de 2006

eu já contei aqui sobre o não-abril no outro blog, em 2006. a amiga ana paula perche me mandou esses dias a reflexão sobre o “abril ausente” dela, que por sinal não tem nada nada de ausência:

Com bastante atraso….resolvi refletir sobre abril de 2006….

bom, não sou boa com as palavras…..mas é que achei o tema interessante, pois é um mês que me marcou algumas vezes…

enfim….é isso aqui:

Abril de 2006…..

Estranho….o nada de abril para mim, está tão diretamente ligado a abril de 2005, que ao ler o seu post, apenas no final percebi que falava de abril de 2006. Estranho, né?! Bom, estranho mesmo foi abril de 2005. Ali estava apaixonada, ali estava enganada….enfim….passou…

Abril de 2006, hum…bom, não estava apaixonada, mas havia alguém apaixonado por mim, mas não dei muita atenção a esse amor….

Caramba….passaram-se seis anos! Seis Anos! Como passou!

E aquele amor que conheci em abril de 2006, agora está aqui ao meu lado….abri meu coração, deixei as lembranças do passado de lado, e resolvi que nesse abril eu seria feliz!

abril ausente

não houve abril em 2006 no outro blog. no exercício da imaginação há muitas causas possíveis, talvez pudéssemos diminuí-las se pensarmos em causas prováveis, das mais prosaicas às mais dramáticas. multiplique tudo isso por seis, o número de colaboradores, mesmo que na época fôssemos em menor número. o tempo justifica essa imprecisão.

o amigo márcio yonamine arriscou dizer que estávamos todos apaixonados. talvez a ideia da vida prescindindo do texto, da interpretação, da expressão além, a vida sendo e só. em outras palavras, estávamos todos vivos e vivendo. e isso, de um jeito ou de outro, só pode ser certo.

abril não é férias, não é começo de ano, não é fim de ano. abril quase não é aniversário de nenhum de nós. a páscoa ocupa uns poucos dias, vamos chamar de uma semana: viagem, família, comida, chocolate, outras coisas. abril é meio de semestre, mas eu ousaria dizer que por lá ninguém era assim tão aplicado.

em 2006, nesse mês, ninguém quis escrever, ou publicar. e estávamos todos, sem dúvida, fazendo alguma coisa.